Eles não sabem, claro que não sabem…
Nunca poderiam saber, com certeza!
E tu sabes como é difícil de te saberem,
Guardas bem a alegria, mas melhor a tristeza.
Mas, se o verso me grita, suplica em pensamento…
E pede-me uma saída em cada rima,
Dizendo que aliviará todo o sofrimento.
Pego o caderno e coloco a caneta em cima,
(Acredito neles como em mim duvido…
Mas sempre respeito e dou-lhes ouvido!
Depois, tudo não passa de um alívio…
E percebo, que basta eu ter percebido.

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