Ah fodasse esta merda de viver,
Ah fodasse este sentido sem norte!
Quando tudo me diz que o sofrer,
Será sempre a minha maior sorte...
Ah e que sorte é ainda poder dizer,
Que tudo isto nada vale a pena...
E ainda conseguir perceber,
Que estou no palco e esta é a minha cena.
(A <<a arte subtil de não sentir>> já saiu?!
Ou será isso assunto de budismo?
Não sei, não sei... Hoje sou Socrates,
Ou então Diógenes de Sinope...)

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