Por entre o caminho encurralado,
Apertado, onde não tenho espaço…
Sinto-me completamente sufocado,
E caminho, sem saber que direção faço.
Atrás tenho todo o passado,
E por ordem certa… Em frente o futuro…
Mas no agora, no meio - Fico agitado,
E o que sinto é o frio na parede deste muro.
Não vejo o início nem o fim,
Vejo o negro que o caminho faz de mim,
E se alguma luz tenho, para caminhar,
É do caminho que nunca quis conquistar!
Eu só quero estar no limiar,
Nem em frente, nem para trás - Apenas parar.
Fugir da caverna de Platão,
Sentir com o olho e ver com a mão!
Sentir com o olho e ver com a mão!

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