Nem sequer sabes quem eu sou,
Nem sequer conheces a minha dor…
Se me viste a cara, foi porque a mascara me voou,
Pois não mostro nada, nem sequer o meu amor!
Sinto pouco, mas sinto o vazio;
Grito como um louco, mas em silêncio…
Sinto o calor… E sinto o frio…
E aquele arrepio da vida que não vivencio!
(Mas eu digo quem sou:
Sou o maestro,
Da orquestra desafinada,
Que é toda esta vida entediada!)

Bruno, parabéns. Continua a expressar, através da poesia/palavras, os teus sentimentos.
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